Hoje eu cheguei em La Plata. A viagem foi um pouco difícil, já que ficamos esperando algo como uma hora o onibus para vir para cá e no meio do caminho o bendito quebrou e tivemos que trocar. Ainda bem que o onibus no qual a gente veio era muito bom, com ar condicionado e tudo e a viagem foi tranquila. De Buenos Aires para cá sao só 57 quilometros, é muito perto. Chegamos e fomos recebidos pelos trainees da Aiesec La Plata. Todos brasileiros e muito simpáticos. Demos uma volta pela cidade que é um pouco pequena, fomos na igreja (ela parece com a catedral de Notre Dame), conhecemos um pouco da história da fundacao da cidade com o nosso guia Chukr e depois tomamos o melhor sorvete da cidade. Foi um pouco caro, mas valeu a pena. Hoje vamos sair para um barzinho e amanha vamos comer comida brasileira.
Só vai ser uma pena eu perder a despedida dos meus amigos que conheci nesse intercambio. Adorei conhecer todos, de verdade. As experiencias compartilhadas com voces foram incriveis e espero nao perder o contato com nenhum de voces tao cedo. Quero ver todo mundo na Conade!
Algumas pessoas eu ainda vou ver quando voltar, mas alguns eu acho que nao. Bom, fica o meu abraco e o desejo de que todos logrem exito em suas vidas.
:D
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Último dia de trabalho na LBV
Hoje foi meu último dia de trabalho na LBV. Já sinto muitas saudades de todas. O pessoal de lá é muito bacana, todos foram muito atenciosos e valorizaram o nosso trabalho como voluntários. Já entregamos tudo hoje e foi genial. Fizemos um programa no excel para ajudar na tabulacao de dados de uma pesquisa sobre comunidades e famílias carentes de Buenos Aires. Ontem conhecemos uma dessas comunidades. Era um bairro com calcamento só nas ruas principais, esgoto ao céu aberto e muita gente vivendo em casas com só um comodo. Mesmo com aquela situacao toda, eram poucos os que reclamavam. As pessoas sempre estavam sorrindo, nos receberam muito bem e ficaram felizes em ajudar. A LBV já vai instalar um pólo nessa comunidade e com certeza o trabalho vai beneficiar muita gente.
Bom, voltando ao dia de hoje, ganhamos uma camisa com um desenho feito por criancas assistidas pela LBV em uma de suas creches. Acho que nunca vou usá-la com medo de que se estrague.
Hoje eu percebi a real importancia de um trabalho voluntario e, como pouco que fazemos, pode ajudar muito. Demos entrevistas para o site da ONG e em breve eles vao divulgar tudo.
Vou sentir saudades do Erival, da Simone e do Carlos que foram aqueles que nos acompanharam durante essa jornada. Agora vem meu CEED (vou trabalhar no escritorio da Aiesec daqui). Let`s rock
Bom, voltando ao dia de hoje, ganhamos uma camisa com um desenho feito por criancas assistidas pela LBV em uma de suas creches. Acho que nunca vou usá-la com medo de que se estrague.
Hoje eu percebi a real importancia de um trabalho voluntario e, como pouco que fazemos, pode ajudar muito. Demos entrevistas para o site da ONG e em breve eles vao divulgar tudo.
Vou sentir saudades do Erival, da Simone e do Carlos que foram aqueles que nos acompanharam durante essa jornada. Agora vem meu CEED (vou trabalhar no escritorio da Aiesec daqui). Let`s rock
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
CocoSur
A minha primeira conferência da Aiesec foi genial! Eu não sabia que era tão incrível assim. Ficamos em um lugar muito bonito, às margens de uma lagoa de uma barragem. Ali tinha vários chalés e um lugar maior com ar condicionado onde eram as conferências. Nelas as maiores oportunidades que tínhamos era de trocar experiências de trabalhos entre os escritórios onde a gente trabalha. Sem contar as palestras sobre gestão de projetos e outras com a presença dos parceiros da Aiesec do Cone Sul. Foi tudo realmente muito proveitoso, estou saindo de lá com uma bagagem de aprendizado que eu não sei onde e como eu teria. Espero ter a chance de botar em prática no meu escritório, lá em Salvador. Aqui em Buenos Aires eu já vou passar algumas coisas para a VP OGX que não pôde estar presente porque está viajando.
E as festas? Uma mais incrível do que a outra, também não é por nada não, mas como haviam mais de 20 brasileiros lá, não tinha festa que ficasse animada. 20 brasileiros porque havia não os trainees, mas porque há brasileiros na diretoria da Aiesec do Cone Sul, no OC (o pessoal que organiza o evento) e como facilitadores de sessão.
E ainda tivemos ajuda de muitas músicas brasileiras para animar a todos.
Outra coisa também muito importante foi o network. Conheci gente do Chile, da Colômbia, da Argentina e do Uruguay, fiz realmente bons amigos, já sinto saudades de todos. O pessoal que dormia no meu quarto me ensinou muita coisa de espanhol e demos muita risada juntos. É incrível como todo mundo está disposto a ensinar e a aprender, e é por isso que um aieseco é tão diferenciado.
Mas nem tudo são flores. Duas coisas foram ruins lá: a distância entre os chalés e o auditório era muito grande e sempre caminhávamos sobre um sol forte; a outra é que não tínhamos internet ou telefone, por isso ficamos sem dar notícias para ninguém.
Agora tenho uma semana de trabalho na LBV e já vou começar meu trabalho na Aiesec. Estou negociando ficar na casa de alguém do escritório da Aiesec aqui e acho que vai dar tudo certo. Tenho certeza de que novas boas experiências virão.terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Punta e Montevideo
Esses últimos dias foram excelentes. Passei o domingo e a segunda em Punta del Este, uma cidade belíssima. A água da praia é gelada, como dessas que a gente bebe na geladeira. Lá tinha muita gente bonita, e quando eu digo muita eu nao estou exagerando. Como diria a Carol, eu me senti na casa da Barbie.
O hostel em que eu fiquei é legal e bem movimentado, é muita gente entrando e saindo e todo mundo mochilando. Nao sabia que o espírito aventureiro era tao forte. Vi gente de todo lugar: da Europa, do Chile, da Argentina e como sempre do Brasil.
Agora eu estou em Montevideo. Nao tem muita coisa para fazer nem para conhecer nao. Em uma tarde já conhecemos praticamente tudo: algumas praias e o centro histórico. A cor da àgua é escura, por causa do rio Paraná que deságua aqui perto. Amanha a gente sai daqui e vai para Palmar, quando comeca a conferencia da Aiesec. Vai ser muito bom lá, tenho certeza. Vamos encontrar com os outros trainees e com o pessoal da Aiesec daqui. Vai ser um bom momento de aprendizagem e de trocas de experiencias. Sem contar que eu vou conhecer gente da América toda. Vou escrever sempre que puder.
O hostel em que eu fiquei é legal e bem movimentado, é muita gente entrando e saindo e todo mundo mochilando. Nao sabia que o espírito aventureiro era tao forte. Vi gente de todo lugar: da Europa, do Chile, da Argentina e como sempre do Brasil.
Agora eu estou em Montevideo. Nao tem muita coisa para fazer nem para conhecer nao. Em uma tarde já conhecemos praticamente tudo: algumas praias e o centro histórico. A cor da àgua é escura, por causa do rio Paraná que deságua aqui perto. Amanha a gente sai daqui e vai para Palmar, quando comeca a conferencia da Aiesec. Vai ser muito bom lá, tenho certeza. Vamos encontrar com os outros trainees e com o pessoal da Aiesec daqui. Vai ser um bom momento de aprendizagem e de trocas de experiencias. Sem contar que eu vou conhecer gente da América toda. Vou escrever sempre que puder.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Um dia em Punta Del Este
Olá a todos!
Cheguei hoje ao Uruguay com a Carol, a Yaz, o Gil, a Mayra e Gabriel Japa. A viagem foi bem longa. Saimos de Buenos Aires as 10 da noite em um ônibus que nos levou até Tigre (uma cidade da grande BsAs) e de lá pegamos um ferry. Ficamos umas 2 horas nele e chegamos a uma cidade do Uruguay, de lá mais um ônibus até Montevideo. Ao chegar na capital do Uruguay da rodoviária mesmo tomamos um ônibus atá Maldonado. Essa é uma cidade que está do lado de Punta del Este, mas ajuda o fato de aqui ser mais barato. Para se ter uma idéia estamos em um albergue que é a metade dos preco dos de Punta. E aqui é muito legal já que só tem gente mochilando, muitos brasileiros e argentinos. Nao acreditei que eu nunca fiz isso antes, é sensacional.
Hoje fomos a praia e tiramos várias fotos. Principalmente naquela famosa estátua de mao que tem aqui, depois eu posto algumas. Ficamos em uma barraca que tinha até caipirinha e muitos cariocas. Definitivamente o Brasil está em todos os lugares. Dancamos um pouco de samba e ficamos bastante cansados. E para cortar o nosso barato choveu ao já a noite, mas o tempo já abriu e eu acho que amanha o sol vem com tudo de novo. Para quem é economista como eu é interessante saber algumas coisas. O peso uruguayo é muito desvalorizado. Com 1 real se compra 11 pesos, com 1 dolar se compra 20 pesos e com 1 euro se compra 25 pesos. E tudo aqui é bem inflacionado. Uma oferta do big mac custa 156 pesos, algo como seus 14 reais. Assusta ver cifras com 3 dígitos, mas estamos fazendo o possível para nao sair da linha.
Por essas e outras se percee que a cidade é para rico mesmo. Aqui só se vê BMW, PORSHE, ALFA ROMEO na rua. Sem contar que só tem mansao e cada prédio muito luxuoso. A marina é muito grande e tem cada iate de deixar o queixo caído.
Vou tentar mandar notícias com mais frequencia essa semana, mas nao prometo nada.
E em breve eu posto fotos...
Cheguei hoje ao Uruguay com a Carol, a Yaz, o Gil, a Mayra e Gabriel Japa. A viagem foi bem longa. Saimos de Buenos Aires as 10 da noite em um ônibus que nos levou até Tigre (uma cidade da grande BsAs) e de lá pegamos um ferry. Ficamos umas 2 horas nele e chegamos a uma cidade do Uruguay, de lá mais um ônibus até Montevideo. Ao chegar na capital do Uruguay da rodoviária mesmo tomamos um ônibus atá Maldonado. Essa é uma cidade que está do lado de Punta del Este, mas ajuda o fato de aqui ser mais barato. Para se ter uma idéia estamos em um albergue que é a metade dos preco dos de Punta. E aqui é muito legal já que só tem gente mochilando, muitos brasileiros e argentinos. Nao acreditei que eu nunca fiz isso antes, é sensacional.
Hoje fomos a praia e tiramos várias fotos. Principalmente naquela famosa estátua de mao que tem aqui, depois eu posto algumas. Ficamos em uma barraca que tinha até caipirinha e muitos cariocas. Definitivamente o Brasil está em todos os lugares. Dancamos um pouco de samba e ficamos bastante cansados. E para cortar o nosso barato choveu ao já a noite, mas o tempo já abriu e eu acho que amanha o sol vem com tudo de novo. Para quem é economista como eu é interessante saber algumas coisas. O peso uruguayo é muito desvalorizado. Com 1 real se compra 11 pesos, com 1 dolar se compra 20 pesos e com 1 euro se compra 25 pesos. E tudo aqui é bem inflacionado. Uma oferta do big mac custa 156 pesos, algo como seus 14 reais. Assusta ver cifras com 3 dígitos, mas estamos fazendo o possível para nao sair da linha.
Por essas e outras se percee que a cidade é para rico mesmo. Aqui só se vê BMW, PORSHE, ALFA ROMEO na rua. Sem contar que só tem mansao e cada prédio muito luxuoso. A marina é muito grande e tem cada iate de deixar o queixo caído.
Vou tentar mandar notícias com mais frequencia essa semana, mas nao prometo nada.
E em breve eu posto fotos...
sábado, 15 de janeiro de 2011
Uruguay
Meu povo brasileiro!
É o seguinte. Amanhã eu chego no Uruguay. Vou para Punta Del Este e depois para Montevideo. Vou tentar manter contato com vc sempre que possível. Essa semana haverá uma conferência internacional da Aiesec que se chama CocoSur. Ficarei lá até domingo que vem.
:D
É o seguinte. Amanhã eu chego no Uruguay. Vou para Punta Del Este e depois para Montevideo. Vou tentar manter contato com vc sempre que possível. Essa semana haverá uma conferência internacional da Aiesec que se chama CocoSur. Ficarei lá até domingo que vem.
:D
Um pouco do meu dia-a-dia
Intercâmbio não é só trabalho. É também cozinha. E onde nós vivemos aqui não tem cozinheira, ou seja, temos que nos virar. De manhã é até fácil, já que basta comer pão, leite e suco que já estão prontos e tudo bem. Durante a semana comemos nas ONGs o almoço que elas nos dão. E quando chega a noite ou o fim de semana? O que devemos fazer? Devemos cozinhar! E como não existe feijão aqui ou é um pouco caro só nos resta comer muita massa. Quase todo dia é macarrão, ou arroz ou batata. o mais interessante é um rapaz (o Fernando da FGV) que só bota a batata no microondas por uns cinco minutos e pronto. Eu como à noite meu macarrão com atum, geralmente cozinho também para o Marcos Paulo ou para a Jéssica ou para o Felipe Cearense. Hoje eu fiz um vídeo das minhas atividades na cozinha. O cardápio incluía arroz à brasileira com carne à argentina. Quem não cozinha lava, por isso eu estou aqui agora no meu blog... Ah, outra coisa. Quem lava roupa aqui também precisa passá-la o vídeo mostra um cara (o Gil de Salvador) planchando.
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